Que faça a luz…
Nesta sexta-feira fui surpreendido com um daqueles encontros que a gente guarda no coração. Como de costume, partimos para o Nei Bar, ponto certo das nossas sextas. Chegando lá, demos de cara com duas amigas de longa data, Nídia e Denise. O que não faltou foram lembranças, boas histórias e gargalhadas que ecoaram pela noite.
A festa só ficou completa quando chegaram o Denis e a nossa comadre Juliana. A zona estava armada! E, claro, não demorou para mergulharmos em contos antigos, brincadeiras e aquela frase que virou bordão: “joga a vítima que nós estraçalha”. Foi risada atrás de risada.
Viajamos juntos para o tempo da escola, recordando os casos do São José e do São Geraldo, das horas dançantes, das festinhas de aniversário em que a gente entrava de penetra e se divertia como se fosse o dono da festa. Como aproveitamos cada momento daquela época!
A verdade é que a terra do Divino cresceu, mas continua nos proporcionando pérolas de acontecimentos. E o mais curioso é que nunca nos vemos envelhecendo. Para nós, são sempre os outros que estão acabados. Nós? Nunquinha!
A noite seguia divertida quando aconteceu o inesperado: um apagão. Isso mesmo, um apagão! Rimos da situação e ainda brincamos dizendo que a terra do Divino está tão chique que agora só falta terremoto. Para completar a cena, a luz voltou primeiro na zona, enquanto o centro ficou às escuras. E adivinhem? A zona iluminou até o Santuário! Esse detalhe ficará marcado para sempre nos nossos encontros.
Entre uma cerveja e outra, seguimos noite adentro. E como bons inimigos do fim, ainda terminamos no meu quintal, com a famosa saideira que ninguém dispensa.
Minhas queridas amigas das antigas, adorei estar com vocês. Que venham mais repetecos, porque amizades verdadeiras não morrem jamais. A cada encontro, saímos com aquela deliciosa sensação de “quero mais”.
— Amnysinho Rachid
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