Polícia

Criança de 7 anos fica com porca metálica presa no dedo em escola e precisa de ajuda dos bombeiros em Bambuí

Uma criança de 7 anos precisou de atendimento do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais após ficar com uma porca metálica de grande calibre presa ao dedo anelar, em Bambuí, no Centro-Oeste de Minas Gerais. A ocorrência foi registrada na terça-feira, 27 de outubro de 2026, por volta das 13h, no Hospital Nossa Senhora do Brasil, onde a criança aguardava auxílio para a retirada do objeto. Os militares realizaram o procedimento com o apoio de ferramentas apropriadas e conseguiram remover a peça sem maiores complicações durante a intervenção.

O incidente aconteceu dentro de uma escola do município. Após tomar conhecimento da situação, a diretora da instituição de ensino acompanhou a criança até o Hospital Nossa Senhora do Brasil, buscando atendimento para solucionar o problema. Quando os bombeiros chegaram à unidade hospitalar, a responsável pela escola estava acompanhando a criança e explicou aos militares as circunstâncias em que o objeto havia ficado preso ao dedo.

A peça metálica, utilizada normalmente na fixação de parafusos e outros componentes, apresentava dimensões que dificultavam sua retirada. A criança permanecia com a porca presa ao dedo anelar, o que exigiu a utilização de ferramentas para realizar a remoção. Diante da situação, os bombeiros avaliaram as condições do objeto e deram continuidade ao trabalho necessário para liberar o dedo sem provocar outras complicações.

As mãos de uma pessoa, com destaque para um dedo sujo, repousando sobre um objeto metálico em uma superfície de cimento.

Antes da chegada da equipe de salvamento, já haviam ocorrido tentativas de retirada da porca metálica. Um homem que estava no local e possuía algumas ferramentas havia auxiliado nas primeiras intervenções. Quando os militares iniciaram o atendimento, observaram que a peça apresentava sinais de rompimento, resultado das tentativas anteriores de abertura do material.

Com a avaliação inicial concluída, os bombeiros passaram a trabalhar na retirada definitiva do objeto. A operação contou com o auxílio do homem que havia participado das primeiras tentativas e com a utilização de materiais apropriados para abrir a estrutura metálica. O procedimento exigiu novas tentativas até que fosse possível ampliar a abertura da porca e permitir sua retirada do dedo da criança.

Durante o trabalho, os militares concentraram a intervenção na abertura da peça metálica, utilizando os recursos disponíveis para concluir a remoção. Após algumas tentativas, a equipe conseguiu abrir a estrutura da porca o suficiente para soltá-la. O objeto foi retirado, encerrando a situação que havia motivado o deslocamento da criança até o hospital e o acionamento do Corpo de Bombeiros.

A retirada ocorreu sem maiores intercorrências durante a atuação dos militares. O atendimento envolveu a participação da equipe de salvamento e o apoio de uma pessoa que disponibilizou ferramentas para auxiliar no procedimento. A ocorrência teve início no ambiente escolar e terminou na unidade hospitalar de Bambuí, onde os bombeiros conseguiram solucionar o problema e liberar o dedo da criança.

O Corpo de Bombeiros orienta que situações envolvendo anéis, porcas metálicas e outros objetos presos aos dedos ou a diferentes partes do corpo exigem cuidados durante a remoção. Tentativas realizadas sem os recursos adequados podem agravar possíveis lesões e dificultar a retirada. A recomendação é procurar atendimento apropriado e evitar procedimentos que possam comprometer a integridade física da pessoa envolvida. Quando houver necessidade de atendimento de emergência, a população pode acionar o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193.

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Por Fernando Rodrigues - Redação Portal G37

Fernando Rodrigues é diretor do Portal G37 de Notícias, sediado em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas Gerais. Sua trajetória está ligada à imprensa regional e à história do jornal Gazeta do Oeste, veículo do qual assumiu a direção após a morte de seu pai, Antônio Eustáquio Rodrigues Cassimiro, em 2004. Em 2018, acompanhou a transformação definitiva do jornal para o ambiente digital, processo que consolidou o Portal G37 como continuidade dessa trajetória no jornalismo local e regional.

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