Agora é funcional…

Todo mundo que me conhece sabe como sou elétrico. Desde muito pequeno sempre fui ligado no 220.
Sou de uma turma que sempre foi apaixonada por esporte, e nadar sempre foi uma das minhas maiores alegrias. Fui “peixinho” do Sargento no DTC e, se quiser me deixar feliz, é só me colocar dentro de uma piscina.
Sempre gostei de atividades físicas. Adoro caminhadas, já fui ciclista e participei de uma turma de bike rural. O que não faltou foram bons “vortejos” pela zona rural.
Também pareço muito com meu pai e puxei dele a tendência para ser gordinho… né? (kkk)
De um tempo para cá resolvi mudar minha dieta e minha maneira de viver. Com isso, emagreci bastante e estou conseguindo manter o peso. Para mim, o segredo é disciplina. Todos os dias acordo às 5h30 e parto para o esporte.
Como já disse, minha vida é a piscina. Nado, em média, 1.500 metros por dia e ainda faço hidroginástica com uma turma sensacional com quem estou há mais de 15 anos. Ali é uma mistura de exercícios, troca de energia, troca de receitas e muita fofoca (kkk). A gente quase morre de rir sempre.
Mas comecei a sentir que precisava de um exercício que me desse mais força muscular. Foi aí que resolvi ir para a academia do Estrela e me inscrever no funcional.
Cheguei no primeiro dia e estava caindo um pé d’água daqueles. Resultado: a maioria dos alunos faltou.
A aula é uma verdadeira explosão, com músicas aceleradas e exercícios repetitivos no ritmo das batidas. O professor é excelente e dá assistência o tempo todo.
Mas teve um pequeno problema na minha primeira aula. Como todo mundo sabe, quando o assunto é esporte eu sou competitivo… (kkk).
Comecei até bonitinho, tentando acompanhar o ritmo. Fui conseguindo… mas dali a pouco já estava suando em bicas e virando um verdadeiro “bagacinho”. Desistir nunca! E a aula continuava: pula, agacha, levanta, corre…
Já quase no final tinha um exercício de jogar o peso para cima e abaixar. Nessa hora não sei como aconteceu, mas saí galopando (kkk) e atravessei a sala inteira, parando do outro lado… com o mundo sumindo na minha frente.
O professor correu para me ajudar, me deitou no chão, levantou minhas pernas e começou a me abanar. Graças a Deus não desmaiei e fui voltando ao normal.
O mais engraçado foi depois. Quando já estava melhor e saí da sala ainda meio “bagacinho”, uma amiga que estava na academia falou:
“Nossa, como você está bem! No final ainda deu até uma corridinha!”
Corridinha nada… eu estava era caindo! (kkk)
Mas agora já fiz mais algumas aulas e estou indo no meu tempo.
Devagar e sempre.
Amnys Rachid
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