Piloto morre carbonizado após avião cair e pegar fogo no pátio do metrô de Belo Horizonte

Um piloto morreu carbonizado após um avião de pequeno porte cair e pegar fogo no final da manhã desta sexta-feira (9 de outubro), no pátio de manutenção do metrô de Belo Horizonte, próximo à Estação São Gabriel, na região Nordeste da capital mineira. O acidente aconteceu pouco depois de a aeronave decolar do Aeroporto da Pampulha. O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) foi acionado por volta das 11h15 e mobilizou seis viaturas para atender à ocorrência. O piloto estava sozinho no avião e não resistiu.
A aeronave caiu nas proximidades da Avenida Cristiano Machado, atingindo estruturas de um galpão e a fiação elétrica localizada na área de manutenção dos trens. Após o impacto, o avião pegou fogo, provocando uma coluna de fumaça que chamou a atenção de moradores, motoristas e trabalhadores da região.
Testemunhas relataram que o avião voava em baixa altitude momentos antes do acidente. Pouco depois, foram ouvidos estouros e a aeronave caiu dentro das instalações do metrô. As circunstâncias que provocaram a queda ainda não foram esclarecidas pelas autoridades responsáveis pela investigação.
Ao chegarem ao local, os bombeiros encontraram a aeronave em chamas e iniciaram o combate ao incêndio. Durante o atendimento, as equipes constataram que o piloto havia morrido. A corporação confirmou que ele era o único ocupante do avião, não havendo registro de outras pessoas a bordo.
O avião havia decolado do Aeroporto da Pampulha e caiu pouco depois, antes de conseguir se afastar da região. Durante a queda, atingiu uma estrutura do pátio de manutenção e parte da rede elétrica. Os destroços ficaram espalhados pela área ferroviária, exigindo o isolamento do local para o trabalho das equipes de emergência.
Funcionários que estavam nas instalações do metrô ouviram o impacto e perceberam a fumaça provocada pelo incêndio. Apesar da queda ter ocorrido dentro de uma área utilizada para manutenção dos trens, não houve registro de outros feridos entre os trabalhadores. A circulação das composições não foi interrompida em decorrência do acidente.
O Corpo de Bombeiros conseguiu controlar as chamas e realizou os procedimentos necessários para eliminar possíveis focos de incêndio. A presença de combustível na aeronave exigiu cuidados durante a atuação dos militares, que trabalharam para garantir a segurança da área atingida.
As primeiras informações identificaram a aeronave como um monomotor de pequeno porte, de matrícula PT-VHE. O avião havia saído do Aeroporto da Pampulha pouco antes da queda. A identidade do piloto ainda não havia sido oficialmente confirmada nas informações disponíveis sobre a ocorrência.
A queda mobilizou equipes de emergência e provocou movimentação nas proximidades da Estação São Gabriel, uma das principais estruturas de transporte coletivo da região Nordeste de Belo Horizonte. A área atingida faz parte das instalações operacionais do metrô e é utilizada para atividades de manutenção.
A perícia deverá analisar os destroços da aeronave e os elementos encontrados no local para esclarecer o que provocou o acidente. Entre os procedimentos previstos estão a verificação das condições do avião e o levantamento das informações relacionadas aos momentos anteriores à queda.
A investigação das causas do acidente ficará sob responsabilidade dos órgãos competentes, incluindo o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), responsável por apurar ocorrências envolvendo aeronaves no Brasil.
O acidente terminou com a morte do piloto e a destruição do avião. As equipes do Corpo de Bombeiros controlaram o incêndio, enquanto a área permaneceu isolada para os procedimentos de perícia e retirada dos destroços. As circunstâncias da queda ainda serão investigadas.
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