Divinópolis

Outubro Rosa 2025 – Prevenção e conscientização sobre o câncer de mama

Você sabia que o câncer de mama continua sendo o tipo mais frequente entre as mulheres brasileiras? Estima-se que dezenas de milhares de novos casos sejam diagnosticados todos os anos no país.

A boa notícia é que, quando detectado precocemente, o câncer de mama pode ter índices de cura muito elevados, chegando a quase 100%.

Quem pode ter câncer de mama?

A maioria dos casos ocorre em mulheres sem histórico ou fatores de risco conhecidos. Por isso, a detecção precoce é fundamental para todas as mulheres, através do rastreamento regular.

O que pode ajudar a reduzir os riscos?

Embora não exista uma forma garantida de prevenção, alguns hábitos de vida saudáveis podem contribuir para diminuir as chances de desenvolver a doença, como:

  • Manter o peso corporal adequado
  • Praticar atividade física regularmente
  • Reduzir o consumo de bebidas alcoólicas

Quais sinais merecem atenção?

Os principais sintomas incluem nódulos (palpáveis ou não), alterações na cor ou textura da pele da mama, retrações ou abaulamentos. É essencial que a mulher conheça seu corpo, mantenha o hábito de observar e palpar suas mamas e procure atendimento médico diante de qualquer alteração.

Como funciona o rastreamento?

A mamografia é o exame mais indicado para identificar alterações antes mesmo de sinais clínicos. A recomendação do Ministério da Saúde é que mulheres de 50 a 69 anos realizem o exame a cada dois anos.

E o tratamento?

Ele varia conforme o estágio e o tipo do tumor, podendo envolver cirurgia, quimioterapia, radioterapia ou tratamentos complementares.

Cuide da sua saúde!

DRA. RAQUEL HELENA SANTOS.

Contatos: 37 99908 8284 (whatsApp)

raquelhelenaadv@gmail.com (e-mail)

Por Fernando Rodrigues - Redação Portal G37

Fernando Rodrigues é diretor do Portal G37 de Notícias, sediado em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas Gerais. Sua trajetória está ligada à imprensa regional e à história do jornal Gazeta do Oeste, veículo do qual assumiu a direção após a morte de seu pai, Antônio Eustáquio Rodrigues Cassimiro, em 2004. Em 2018, acompanhou a transformação definitiva do jornal para o ambiente digital, processo que consolidou o Portal G37 como continuidade dessa trajetória no jornalismo local e regional.
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