Chefe do tráfico no “Carrapateiro” morre em troca de tiros com a PM em Divinópolis

Felipe Hugo Dias Correia, de 26 anos, conhecido no meio policial como “Mamute”, foi morto a tiros durante confronto com a PM na Praça Candidés, em Divinópolis, neste fim de semana. Segundo a polícia, Mamute é considerando um dos principais traficantes da região do Carrapateiro e estava envolvido com o tráfico de drogas no local. De acordo com a PM, a operação foi conduzida por militares do Grupo Especial de Resgate (GER), que estavam em patrulhamento pela área. Durante a abordagem, Felipe foi avistado em uma barranca armada na Praça Candidés, em posse de grande quantidade de drogas. Ao perceber a presença policial, o traficante reagiu, efetuando disparos contra os militares, que revidaram. A troca de tiros terminou com Felipe Hugo sendo atingido. Ele foi imediatamente socorrido pelos próprios policiais e encaminhado ao Hospital São João de Deus. No entanto, Mamute morreu pouco depois de dar entrada na unidade de saúde. Com o suspeito, a PM apreendeu mais de 70 pedras de crack, além de celulares e um revólver calibre .38. De acordo com a polícia, o revólver estava carregado com uma munição deflagrada e outras cinco picotadas. Felipe Hugo Dias Correia, conhecido como “Mamute”, era natural de Betim, na região Metropolitana de Belo Horizonte, e possuía diversas passagens pela polícia. Ele tinha registros por crimes como tráfico de drogas, uso e consumo de entorpecentes e vias de fato, incluindo agressões. A PM informou que ele era considerado um dos principais líderes do tráfico na área do Carrapateiro, onde a presença de facções criminosas tem sido um problema recorrente. A operação da Polícia Militar foi parte de um esforço contínuo das forças de segurança para combater o tráfico de drogas e a violência em pontos críticos da capital mineira. Apesar da morte do suspeito, a ação é vista pela PM como um avanço importante no enfrentamento ao crime organizado na região.
As autoridades seguem investigando o caso e buscam mais informações sobre a rede de tráfico à qual “Mamute” estava vinculado, além de outros possíveis envolvidos na ocorrência.
Fonte – Divinnews


