O Cruzeiro já está na Argentina para duelo de amanhã contra o Boca Juniors

Por Ronner Miranda
O Cruzeiro Esporte Clube terá um dos desafios mais importantes da temporada nesta semana. A Raposa encara o poderoso Boca Juniors, em pleno La Bombonera, em um confronto decisivo para as pretensões celestes na Copa Libertadores da América.
E se existe um clube brasileiro acostumado a encarar o Boca em território argentino sem medo, esse clube é o Cruzeiro. Ao longo da história, a equipe mineira construiu respeito internacional justamente por grandes atuações em Buenos Aires, inclusive sendo reconhecida como uma das equipes brasileiras que mais conseguiram competir e conquistar resultados diante do gigante argentino.
A missão não será simples. O Boca segue sendo um dos clubes mais tradicionais e temidos da América do Sul, empurrado pela força da Bombonera e pela pressão da torcida argentina. Mas o Cruzeiro chega em um momento de confiança, organização e maturidade competitiva, sabendo exatamente o tamanho da partida.
A vitória seria gigantesca. Além de praticamente encaminhar a classificação, colocaria o Cruzeiro na liderança do grupo, dando ainda mais moral para a sequência da competição. Seria um resultado de impacto continental, reafirmando o peso da camisa celeste no cenário sul-americano.
O empate também não pode ser tratado como mau resultado. O Cruzeiro entra na rodada à frente do Boca na tabela, e pontuar fora de casa, em um ambiente tão hostil, manteria o time em situação confortável na busca pela vaga às oitavas de final.
Mais do que três pontos, o duelo representa teste de personalidade. Jogos como esse medem grandeza, tradição e força mental. E o Cruzeiro conhece como poucos o peso de noites históricas na Libertadores.
A torcida cruzeirense sonha com mais um capítulo marcante em Buenos Aires. E a Raposa sabe que uma grande atuação na Bombonera pode recolocar o clube definitivamente entre os protagonistas do futebol sul-americano.












