PM resgata mulheres em cárcere privado e prende homem que resistiu à prisão em Nova Serrana

Duas mulheres foram resgatadas na manhã de domingo (9) após serem mantidas em cárcere privado dentro de uma residência no bairro Santa Luzia, em Nova Serrana. Dois homens, de 25 e 28 anos, foram presos em flagrante, e um deles resistiu à prisão e tentou fugir durante a ação policial.
As equipes foram acionadas após diversas ligações ao 190 denunciarem que as vítimas estavam trancadas e sendo ameaçadas dentro do imóvel. Ao chegarem ao local, os militares constataram que o portão da casa estava preso com corrente e cadeado, o que impedia a saída das mulheres. Foi necessário o uso de ferramentas para permitir o acesso ao interior da residência.
Dentro do imóvel, os policiais encontraram os suspeitos e libertaram as vítimas, que relataram ter sido mantidas contra a vontade. Uma delas apresentava ferimentos leves, provocados por golpes de garfo durante uma agressão.
Durante a abordagem, o suspeito de 25 anos tentou escapar e resistiu à prisão, sendo contido pelos policiais. Em seguida, foi identificado que ele possuía mandado de prisão em aberto e havia fornecido nome falso na tentativa de enganar as autoridades. O segundo envolvido, de 28 anos, também foi preso no local.
As vítimas foram encaminhadas para atendimento médico e seguem sob acompanhamento das autoridades. Os dois homens foram levados para a Delegacia de Polícia Civil de Nova Serrana, onde o caso segue em investigação.
A Polícia Civil apura as circunstâncias do crime e a relação entre os envolvidos, além de verificar se há indícios de participação dos suspeitos em outras ocorrências semelhantes na cidade.
A rápida intervenção foi possível graças às denúncias de moradores, que acionaram a polícia ao perceber a situação. O caso continua sob apuração para detalhar o tempo em que as vítimas permaneceram no local e as motivações do crime.
Denúncias sobre situações de violência doméstica, cárcere privado ou ameaças podem ser feitas de forma anônima e gratuita pelo Disque Denúncia 181 ou pelo telefone 190.









