Polícia

Morte de menina de 12 anos é apurada após suspeita de inalação de desodorante

Uma menina de 12 anos morreu na manhã de domingo, 30 de agosto, em Paracatu, no Noroeste de Minas Gerais. As informações iniciais do caso apontam que a adolescente teria inalado desodorante em aerossol durante a madrugada, enquanto estava na companhia de uma prima.

A ocorrência foi registrada depois que a menina foi encontrada sem vida. Durante os levantamentos realizados após a morte, surgiram informações de que as duas adolescentes teriam utilizado o produto durante a madrugada.

No local, foram encontrados frascos de desodorante vazios. A prima que estava com a menina relatou que as duas haviam inalado o produto horas antes da morte.

A adolescente de 12 anos morreu na manhã de domingo. As circunstâncias do óbito passaram a ser apuradas após o registro da ocorrência e o levantamento das informações sobre o que havia acontecido durante a madrugada.

A suspeita de inalação de desodorante passou a integrar a apuração do caso por causa dos relatos obtidos e dos recipientes encontrados. A causa oficial da morte, no entanto, ainda não havia sido divulgada nas informações disponíveis.

O caso ocorreu em Paracatu e mobilizou as autoridades responsáveis pelos procedimentos relacionados à morte da adolescente. As informações disponíveis até o momento não divulgam a identidade da menina.

Também não havia, até a última atualização, resultado oficial de exames que determinasse a causa do óbito. A apuração considera as circunstâncias relatadas sobre as horas que antecederam a morte.

O caso segue sob os procedimentos das autoridades responsáveis, que deverão reunir os elementos necessários para esclarecer as circunstâncias da morte da menina de 12 anos.

Por Fernando Rodrigues - Redação Portal G37

Fernando Rodrigues é diretor do Portal G37 de Notícias, sediado em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas Gerais. Sua trajetória está ligada à imprensa regional e à história do jornal Gazeta do Oeste, veículo do qual assumiu a direção após a morte de seu pai, Antônio Eustáquio Rodrigues Cassimiro, em 2004. Em 2018, acompanhou a transformação definitiva do jornal para o ambiente digital, processo que consolidou o Portal G37 como continuidade dessa trajetória no jornalismo local e regional.
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